CCEB – CRITÉRIO BRASIL 2015
Alterações na aplicação do Critério Brasil, válidas a
partir de 01/01/2015
A metodologia de desenvolvimento do Critério Brasil
que entra em vigor no início de 2015 está descrita no livro Estratificação
Socioeconômica e Consumo no Brasil dos professores Wagner Kamakura (Rice
University) e José Afonso Mazzon (FEA /USP), baseado na Pesquisa de Orçamento
Familiar (POF) do IBGE.
A regra operacional para classificação de domicílios, descrita a seguir,
resulta da adaptação da metodologia apresentada no livro às condições
operacionais da pesquisa de mercado no Brasil.
As organizações que utilizam o Critério Brasil podem relatar suas experiências
ao Comitê do CCEB. Essas experiências serão valiosas para que o Critério Brasil
seja permanentemente aprimorado.
A transformação operada atualmente no Critério Brasil foi possível graças a generosa
contribuição e intensa participação dos seguintes profissionais nas atividades
do comitê:
Luis Pilli (Coordenador) - LARC Pesquisa de Marketing
Bianca Ambrósio -TNS
Bruna Suzzara – IBOPE
Marcelo Alves - Nielsen
Margareth Reis – GFK
Paula Yamakawa - IBOPE
Renata Nunes - Data Folha
Tatiana Wakaguri - IBOPE
Sandra Mazzo - IPSOS
Valéria Tassari - IPSOS
A ABEP, em nome de seus associados, registra o reconhecimento e agradece o
envolvimento desses profissionais.
SISTEMA DE PONTOS
Variáveis
Grau de instrução do chefe de família e acesso a
serviços públicos
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Distribuição das classes
As estimativas do tamanho dos estratos
atualizados referem-se ao total Brasil e
resultados das Macro Regiões, além
do total das 9 Regiões Metropolitanas e
resultados para cada um das RM's
(Porto Alegre, Curitiba, São Paulo,
Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília,
Salvador, Recife e Fortaleza).
As estimativas para o total do Brasil e Macro Regiões são baseadas em
estudos
probabilísticos nacionais do Datafolha e IBOPE Inteligência. E as
estimativas
para as 9 Regiões Metropolitanas se baseiam em dados de estudos
probabilísticos da GFK, IPSOS e IBOPE Media (LSE).
Cortes do Critério Brasil
Estimativa para a Renda Média Domiciliar para
os estratos do Critério Brasil
Abaixo são apresentadas as estimativas de
renda domiciliar mensal
para os estratos sócioeconômicos. Os valores se
baseiam na PNAD 2013
e representam aproximações dos valores que podem ser
obtidos em amostras
de pesquisas de mercado, mídia e opinião. A experiência
mostra que a variância
observada para as respostas à pergunta de renda é
elevada, com sobreposições
importantes nas rendas entre as classes. Isso
significa que pergunta de renda não
é um estimador eficiente de nível
sócio-econômico e não substitui ou complementa
o questionário sugerido
abaixo. O objetivo da divulgação dessas informações é
oferecer uma ideia de
característica dos estratos sócio-econômicos resultantes
da aplicação do
Critério Brasil.
Fonte: texto e imagens tomados do site oficial da
Associação Brasileira de Pesquisadores de Mercado
Opinião e Mídia - ASBPM.
Acessados em 3 de fevereiro de 2016, às 16:42h.
Para maiores info:
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